sala guirigai en el vI circuito ibérico de artes escénicas


 

24 abril, 19.00h - A noite de Molly Bloom - acta (faro)

Autor | James Joyce

Adaptação e dramaturgia | José Sanchis Sinisterra

Encenação e espaço cénico | Luís Vicente

Intérpretes | Glória Fernandes e Bruno Martins

Sinopses | No último capítulo do Ulisses, de Joyce, o senhor Leopold Bloom, depois de deambular vinte horas por lugares de Dublin regressa a casa a fim de se deitar com a sua esposa. Pois, deita-se e logo adormece. É durante o sono do senhor Bloom que a esposa, Molly, desvenda facetas da personalidade dele e da sua própria. É um solilóquio torrencial de pensamentos, sonhos e fantasias eróticas que assolam esta mulher durante a insónia. Debate-se a questão da evidência, ou não, de se tratar de um discurso com sentido feminista. A nós, interessa-nos sobretudo o plano existencial: uma mulher em crise, sujeita a um homem que a isola de si e do mundo e ela reage como lhe é possível.

 

APLAZADA - humidade - Companhia de teatro de braga

Autor | Bárbara Colio

Encenação | Rui Madeira

Elenco | André Laires, Solange Sá

Duração do espectáculo 80 minutos | Classificação etária maiores de 14 anos

Sinopsis | Viniendo de todas partes del mundo, Ella y Él, el Otro y la Otra, el Uno y la Una, se “encuentran” en un albergue de una ciudad húmeda (Braga, Santiago). Cruces de vidas en movimiento, bloqueados con la llave de la puerta. La fobia al encuentro en el marco de la foto y el ruido de la lavadora, el deseo de “representar” en el skipe la soledad que acentúa la pequeña lluvia. Parafraseando a Hopper, no existe tal cosa como una distancia demasiado fría. Se vio la cosa. El tiempo se ha detenido. Y los personajes viven un suceso apasionante, al gusto de un vino único, en un contexto de desesperación de nuestra contemporaneidad. Un juego teatral entre drama y comedia.

Sinopses | Vindos dos outros lados do mundo, Ela e Ele, o Outro e a Outra, Um e Uma, “desencontram-se” num hostel duma cidade húmida (braga, santiago). Cruzamentos de vidas em viagem, presas pela chave da porta. A fobia do encontro no enquadramento da foto e o barulho da máquina de lavar, a vontade de “representar” no skipe a solidão que a chuva miudinha acentua. Parafraseando Hopper, não existe uma distância demasiado fria. A coisa foi vista. O tempo parou. E os personagens vivem um acontecimento apaixonante, ao sabor de um vinho único, num quadro do desespero da nossa contemporaneidade. Um jogo teatral entre o drama e a comédia.

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