sala guirigai en el vI circuito ibérico de artes escénicas


 

23 abril a las 19.30 - á deriva- acta

Autor | Alexandre Honrado

Encenação | Luís Vicente

Elenco | Luís Vicente e Rogério Boane

Duração do espectáculo 80 minutos | Classificação etária maiores de 12 anos | Con subtítulos en castellano

Sinopsis | Un caso real ocurrido durante el régimen del apartheid en Sudáfrica, en Robben Island, la misma prisión donde Nelson Mandela cumplió su condena durante 27 años. Dos compañeros de infortunio comparten la misma celda; durante el día realizan trabajos forzados, por la noche ensayan la Antígona de Sófocles. El objetivo es que la obra (reducida a los personajes de Antígona y Creonte) sea presentada a los demás presos, ya que expone paralelismos entre la situación de Antígona, condenada, y la contingencia en la que se encuentran todos en esa isla prisión.

La trama nos remite a problemas contemporáneos, a casos de migrantes que, huyendo de la pobreza, no logran cruzar el Mediterráneo o acaban siendo capturados y explotados en condiciones análogas a las descritas en el texto de origen; también los que en sus propios países son rehenes de la codicia y de los múltiples intereses, como es el caso de los sometidos a la esclavitud en las minas de coltán en el este del Congo, el mineral metálico en el corazón de los smartphones; al tráfico de seres humanos en general que actualmente se desarrolla en África con la discreta connivencia y los múltiples intereses occidentales…

En consecuencia, el drama de esos dos presos en Robben se perpetúa en otras islas y con otros pretextos

Sinopses | Na sua génese, o texto reporta-se a uma situação concentracionária específica e a um caso verídico ocorrido durante o regime do apartheid na África do Sul, na ilhaprisão de Robben, a mesma onde Nelson Mandela cumpriu pena durante 27 anos. No caso, dois companheiros de infortúnio partilham a mesma cela; durante o dia realizam trabalho forçado e à noite ensaiam a Antígona, de Sófocles. O objectivo é que a peça (reduzida às personagens Antígona e Creonte) seja apresentada perante os outros prisioneiros: ela expõe paralelos entre a situação de Antígona, condenada por razão discricionária, e a idêntica contingência em que todos eles se encontram naquela ilha-prisão. Pois, se esta é a génese, o enredo, no entanto, contém uma inevitabilidade que, no plano das conjeturas dramatúrgicas, nos remete para problemáticas da contemporaneidade, designadamente no que respeita a casos de migrantes que, fugindo da miséria, não logram chegar ao esperançoso lado ocidental do Mediterrâneo e acabam capturados e explorados em condições análogas às que o texto fundador expõe; também aos que nos seus próprios países são reféns da cobiça e interesses múltiplos, como é o caso dos sujeitos a escravatura nas minas de Coltan no Leste do Congo, o mineral metálico coração dos smartphones; também ao tráfico humano, em geral, que contemporaneamente acontece em África com a discreta conivência e múltiplos interesses ocidentais… Por conseguinte, o drama daqueles dois homens de Robben perpetua-se noutras ilhas e sob outros pretextos.

16 septiembre a las 21 - Amor de Dom perlimplim con belisa em seu jardim - acta

 |Intérpretes:  Ana Dias | Jorge Baião | Maria Marrafa
Autor/a |  Federico Garcia Lorca
Traducción | Eugénio de Andrade
Puesta en escena y Dramaturgia |  José Russo
Escenografía, vestuario y Atrezzo |  Filipa Malva
Dirección musical y banda sonora |  Hugo Monteiro

Duração do espectáculo 60 minutos | Classificação etária maiores de 12 anos 

Sinopses |

“Dom Perlimplim é o homem menos cornudo do mundo. A sua imaginação adormecida desperta com o tremendo engano de sua mulher; mas ele logo a seguir põe os cornos a todas as mulheres que existem.

O que me interessou em Dom Perlimplim foi sublinhar o contraste entre o lírico e o grotesco e ainda misturálos a cada momento. A obra equilibra-se sobre música, como uma operazinha de câmara. Todos os breves entreatos estão ligados por sonatilhas de Scarlatti, e constantemente, o diálogo é entrecortado por acordes e fundos musicais. Isto é tudo por agora” (…) (Federico Garcia Lorca. El Sol, Madrid, 5 de Abril, 1935).

21 octubre a las 21 - Especies Lázaro - teatro art'imagem

Texto e Encenação | Vanesa Sotelo
Assistente de Encenação/Voz Off | Daniela Pêgo Tradução Diana Vasconcelos
Interpretação | Flávio Hamilton, Pedro Carvalho e Davide González

Duração do espectáculo 90 minutos | Classificação etária maiores de 12 anos | Con subtítulos en castellano

Sinopses |

As especialistas a bordo do navio oceanográfico Isabel Barreto desenvolvem um projecto de catalogação do fundo marinho do banco da Galiza. Despois de várias semanas de convivência e uma enfermidade inesperada, a tripulação começa a mostrar os seus prejuízos e as suas diferenças num marco de humores instáveis devido ao fenómeno de “anteparite”, um síndrome que experimentam as pessoas confinadas no mesmo lugar durante muito tempo. Ao tempo, em paralelo, em Janeiro de 1596, o galeão San Jerónimo dirige-se rumo0 a Manila despois da sua falida expedição ás ilhas Salomón, descobertas por Álvaro Mendaña em 1567. Com morte do próprio Mendaña durante a travessia, a sua viúva, Isabel Barreto -a primeira almirante na historia da navegação- capitania uma tripulação reduzida, sem mantimentos e sem água.

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