sala guirigai en el vI circuito ibérico de artes escénicas


 

19 febrero a las 19.30 - humidade - Companhia de teatro de braga

Autor | Bárbara Colio

Encenação | Rui Madeira

Elenco | André Laires, Solange Sá

Duração do espectáculo 80 minutos | Classificação etária maiores de 14 anos

Sinopsis | Viniendo de todas partes del mundo, Ella y Él, el Otro y la Otra, el Uno y la Una, se “encuentran” en un albergue de una ciudad húmeda (Braga, Santiago). Cruces de vidas en movimiento, bloqueados con la llave de la puerta. La fobia al encuentro en el marco de la foto y el ruido de la lavadora, el deseo de “representar” en el skipe la soledad que acentúa la pequeña lluvia. Parafraseando a Hopper, no existe tal cosa como una distancia demasiado fría. Se vio la cosa. El tiempo se ha detenido. Y los personajes viven un suceso apasionante, al gusto de un vino único, en un contexto de desesperación de nuestra contemporaneidad. Un juego teatral entre drama y comedia.

Sinopses | Vindos dos outros lados do mundo, Ela e Ele, o Outro e a Outra, Um e Uma, “desencontram-se” num hostel duma cidade húmida (braga, santiago). Cruzamentos de vidas em viagem, presas pela chave da porta. A fobia do encontro no enquadramento da foto e o barulho da máquina de lavar, a vontade de “representar” no skipe a solidão que a chuva miudinha acentua. Parafraseando Hopper, não existe uma distância demasiado fria. A coisa foi vista. O tempo parou. E os personagens vivem um acontecimento apaixonante, ao sabor de um vinho único, num quadro do desespero da nossa contemporaneidade. Um jogo teatral entre o drama e a comédia.

23 abril a las 19.30 - á deriva- acta

Autor | Alexandre Honrado

Encenação | Luís Vicente

Elenco | Luís Vicente e Rogério Boane

Duração do espectáculo 80 minutos | Classificação etária maiores de 12 anos | Con subtítulos en castellano

Sinopsis | Un caso real ocurrido durante el régimen del apartheid en Sudáfrica, en Robben Island, la misma prisión donde Nelson Mandela cumplió su condena durante 27 años. Dos compañeros de infortunio comparten la misma celda; durante el día realizan trabajos forzados, por la noche ensayan la Antígona de Sófocles. El objetivo es que la obra (reducida a los personajes de Antígona y Creonte) sea presentada a los demás presos, ya que expone paralelismos entre la situación de Antígona, condenada, y la contingencia en la que se encuentran todos en esa isla prisión.

La trama nos remite a problemas contemporáneos, a casos de migrantes que, huyendo de la pobreza, no logran cruzar el Mediterráneo o acaban siendo capturados y explotados en condiciones análogas a las descritas en el texto de origen; también los que en sus propios países son rehenes de la codicia y de los múltiples intereses, como es el caso de los sometidos a la esclavitud en las minas de coltán en el este del Congo, el mineral metálico en el corazón de los smartphones; al tráfico de seres humanos en general que actualmente se desarrolla en África con la discreta connivencia y los múltiples intereses occidentales…

En consecuencia, el drama de esos dos presos en Robben se perpetúa en otras islas y con otros pretextos

Sinopses | Na sua génese, o texto reporta-se a uma situação concentracionária específica e a um caso verídico ocorrido durante o regime do apartheid na África do Sul, na ilhaprisão de Robben, a mesma onde Nelson Mandela cumpriu pena durante 27 anos. No caso, dois companheiros de infortúnio partilham a mesma cela; durante o dia realizam trabalho forçado e à noite ensaiam a Antígona, de Sófocles. O objectivo é que a peça (reduzida às personagens Antígona e Creonte) seja apresentada perante os outros prisioneiros: ela expõe paralelos entre a situação de Antígona, condenada por razão discricionária, e a idêntica contingência em que todos eles se encontram naquela ilha-prisão. Pois, se esta é a génese, o enredo, no entanto, contém uma inevitabilidade que, no plano das conjeturas dramatúrgicas, nos remete para problemáticas da contemporaneidade, designadamente no que respeita a casos de migrantes que, fugindo da miséria, não logram chegar ao esperançoso lado ocidental do Mediterrâneo e acabam capturados e explorados em condições análogas às que o texto fundador expõe; também aos que nos seus próprios países são reféns da cobiça e interesses múltiplos, como é o caso dos sujeitos a escravatura nas minas de Coltan no Leste do Congo, o mineral metálico coração dos smartphones; também ao tráfico humano, em geral, que contemporaneamente acontece em África com a discreta conivência e múltiplos interesses ocidentais… Por conseguinte, o drama daqueles dois homens de Robben perpetua-se noutras ilhas e sob outros pretextos.

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